Serviço de Atendimento ao Humano

É de um serviço deste que muitos estão precisando. Ser tratado como número, pelo nome de cliente ou como um lucro a ser obtido é, para qualquer, difícil de aceitar.

Como consumidor, devo ser pego de qualquer jeito e tenho que ser perseguido e paparicado pelas empresas para que estas não declinem em seus gráficos e para que funcionários desgastados e em seus limites não percam o tão mitificado emprego se não atingirem “a meta”. Pensam que somos presas valiosas numa temporada de caça, sem muitas regras.

Todos nós gostamos de ser bem recebidos, reconhecidos e respeitados, seja pelo porteiro do prédio, seja pelo vendedor que trabalha com metas de vendas astronômicas.

As empresas e os empregadores se preocupam muito em se enquadrarem nos órgãos que as certificam com letras que nem sabemos o que significam e com seus números que variam.

Gastam horrores com técnicas e maquiagens de como manter um cliente, como conquistar novos clientes, como tirar clientes dos concorrentes, mas, muitas vezes, esquecem-se de que é no dia-a-dia que as coisas acontecem. Esquecem que são com exemplos que nos criamos e não com adestramentos de finais de semana em hotéis luxuosos ou em colônias de férias, onde tudo se mostra de forma agradável e possível, como nos contos de fadas…

Os empregadores deveriam ser mais cientes de que se um funcionário seu não for tratado com respeito nem confiança – honestamente, seus consumidores finais certamente não receberão isso.

A cobrança dos que estão vendo as coisas no conforto de quem está em cima ou através de gráficos e planilhas é muito forte e desumana. Tudo fica nas costas dos funcionários que, sem estrutura emocional-social-profissional adequada, atuam quase que rastejando em direção às metas perdendo, assim, a alegria de estar vivo e a satisfação de gostar do que está vivendo no trabalho. Vão trabalhar como quem vai para um campo e guerra (e muitos morrem por lá – morrem emocionalmente, viram robôs, inseguros, chatos, intragáveis, que só falam de um assunto e não absorvem mais nada.).

Sou a favor de um tipo de treinamento nas empresas que contemplem os seguintes tópicos:
- as melhores maneiras de sentir as emoções – exposições e vivências;
- como resgatar o amor-próprio e a empatia – teoria e prática;
- olhar para o lado e se reconhecer num outro humano – curtas lições;
- como crescer vendendo alegria, amor e compaixão;
- noções básicas de boa educação – teoria e prática;
- como ser verdadeiro sem medo de se sentir diminuído;
- como voltar para casa sem ódio no coração – dinâmica de grupo;
- como olhar para um filho sem pensar na conta bancária;
- como olhar para um amigo e/ou familiar e dizer o que sente sem ofensas;
- técnicas de se enxergar  e enxergar as pessoas – teoria e prática;
- como ressuscitar o “eu”, buscando uma vida que mereça ser vivida.

Inscrições =  sempre abertas, através da auto-avaliação
Período do treinamento = de Segunda-feira a Domingo.
Horário =  24h diárias
Investimento = tempo de Vida.
Requisitos básicos = Estar e se sentir vivo e Determinação
Duração = Eterna.

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